sábado, 16 de novembro de 2013
quinta-feira, 27 de setembro de 2012
terça-feira, 11 de setembro de 2012
quarta-feira, 15 de agosto de 2012
Obedeço, logo sou aceito? - Tim Keller
Marcadores: cotidiano, Deus, religião, Tim Keller
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Remindo o tempo - Jonathan Edwards
“Remindo o tempo porque os dias são maus”. Os dias sendo maus, vemos outros desperdiçando seu precioso tempo; mas você se esforçará para remi-lo?
O verso pode ter relação também com o desperdício de tempo no passado... ou pode dizer respeito ao grande perigo do tempo ser perdido, em razão do fato de os dias serem tão maus... se eles não tivessem um grande cuidado, o tempo se deslizaria de suas mãos, e eles não tirariam nenhum benefício dele... ou finalmente pode dizer respeito quanto à necessidade de remirmos o tempo dessas terríveis calamidades que Deus trará sobre os ímpios... o tempo pode ser remido como se ele fosse salvo da terrível destruição que quando vier, colocaria um fim à paciência de Deus.
O tempo é uma coisa que deveríamos ter em alto valor.
DOUTRINA: O TEMPO É UMA COISA EXCESSIVAMENTE PRECIOSA
Pelas seguinte razões:
1. Porque a eternidade depende do aproveitamento do tempo. As coisas são preciosas na proporção da sua importância, ou em razão do nível de relação com o nosso bem-estar. Isso faz com que o tempo seja um bem imensamente precioso, porque o interesse pelo nosso bem-estar, depende do aproveitamento do tempo. Ele é precioso porque o nosso bem-estar nesse mundo depende do seu aproveitamento. Ele é precioso porque se não o aproveitarmos, nós correremos o risco de atrairmos pobreza e desgraça... mas acima de tudo é importante porque a eternidade depende dele... de acordo com o nosso aproveitamento ou perda do nosso tempo, seremos felizes ou miseráveis na eternidade.
2. O tempo é muito curto, o que o torna muito precioso: a escassez de algum bem faz com que o homem coloque um grande valor sobre ele, especialmente se é uma coisa necessária de ser tida e sem a qual não pode viver... o tempo é tão curto, e o trabalho que temos a fazer é tão grande, que não podemos desperdiçar nenhuma parte dele. O trabalho que temos que fazer para nos prepararmos para a eternidade deve ser feito no tempo, ou nunca será feito; e esta é um obra que envolve grande dificuldade e labor.
3. O tempo dever ser visto por nós como algo muito precioso... porque sua continuidade é incerta. Nós sabemos que ele é muito curto, mas não sabemos quão curto ele é. Nós não sabemos o quão pouco nos resta, se um ano, ou muitos anos, ou apenas um mês, ou uma semana, ou um dia. Não há nenhuma experiência que possa ser mais bem verificada do que essa.
Quanto mais muitos homens valorizariam seu tempo, se eles soubessem que tinham apenas uns poucos meses, ou uns poucos dias a mais nesse mundo; e certamente um homem sábio valorizaria seu tempo ainda mais... essa é a condição de milhares agora no mundo que agora gozam de saúde, e não vêem nenhum sinal do avanço da morte. Muitos, sem dúvida alguma, estão para morrer no próximo mês, e muitos morrerão essa semana, muitos morrerão amanhã e não sabem nada disso, e não pensam sobre isso. Quantos morreram fora dessa cidade num tempo ou outro, quando nem eles nem seus vizinhos viam nenhum sinal de morte uma semana antes. E provavelmente existem muitas pessoas agora aqui presentes, ouvindo o que eu digo agora, que vão morrer dentro de pouco tempo, e que não tem nenhuma percepção disso.
4. O tempo é precioso porque quando ele passa não pode ser recuperado... o que é bem aproveitado não é perdido; embora o tempo por si mesmo se vá, o seu benefício permanece conosco... cada parte do nosso tempo é como se fosse sucessivamente oferecida a nós, a fim de que possamos escolher se o faremos nosso o não. Mas se o recusamos, ele imediatamente é tomado, e nunca mais oferecido.
A eternidade depende do aproveitamento do tempo; mas quando o tempo de vida se vai, uma vez que a morte venha, nós não temos mais o que fazer com o tempo.
APROVEITAMENTO
Uso I. Auto-exame. Para levar as pessoas a considerarem o que fizeram com tempo. Quando Deus criou você e lhe deu uma alma racional, ele o fez para a eternidade; e lhe deu o tempo aqui a fim de prepará-lo para a eternidade. Considere o que você fez com o tempo passado. Existem muitos de vocês que podem muito bem concluir que metade do seu tempo já se foi... o seu sol já passou o meridiano... quando você olha para o passado da sua vida percebe que foi numa grande medida vazio...? Quanto pode ser feito em um ano? Para que propósito você gastou o seu tempo?
Uso II. Reprovação, para aqueles que desperdiçaram o seu tempo. A raça humana age como se o tempo fosse uma coisa que tivesse em grande quantidade, e tivesse mais do que precisa, e não sabe o que fazer com ele. Há muitas pessoas que deverão ser reprovadas com essa doutrina que eu agora vou particularmente mencionar:
Primeiro. Aquelas que gastaram grande quantidade do seu tempo em ociosidade... suas mãos recusam-se trabalhar; e em vez de trabalhar, eles deixam sua família sofrer e eles próprios sofrerão... muitos gastam grande parte do seu tempo... em ociosidade e conversa não proveitosa.
Segundo. São reprovados pela doutrina aqueles que gastam o seu tempo em trabalhos ímpios, que não apenas gastam o seu tempo fazendo nada para nenhum propósito bom, mas gastam o seu tempo em propósitos maus... eles ferem e matam a si mesmo com isso. Por isso, esses que tiveram a oportunidade de obter a vida, trabalham para a sua própria morte. Eles gastaram o seu tempo corrompendo e infectando as cidades e locais onde vivem... alguns gastaram muito do seu tempo em contendas... isso não é apenas perda de tempo, é a pior forma de abusar do tempo do que meramente desperdiçá-lo... eles não apenas desperdiçam o seu tempo, mas consomem o tempo de outros... eles contraíram aqueles hábitos pecaminosos que tomarão tempo deles para serem mortificados... o pecado é um grande devorador de tempo.
Terceiro. São reprovados por essa doutrina, aqueles que gastam seu tempo em apenas propósitos mundanos, negligenciando suas almas.
O tempo foi dado para a vida na eternidade. Foi designado como um tempo de provação para a eternidade... se os homens não aproveitam seu tempo para os propósitos da eternidade, eles o perdem.
Uso III. É uma exortação para aproveitarmos o tempo ao máximo.
Primeiro. Você é responsável diante de Deus pelo seu tempo. Tempo é um talento de Deus dado a nós. Ele estabeleceu o nosso dia, e esse dia não nos foi dado para nada – foi designado para algum trabalho.
Segundo. Considere quanto tempo você já perdeu... você deve aplicar a si mesmo o mais diligentemente possível para o aproveitamento da parte de tempo que lhe resta, para que você possa viver como se fosse para remir o tempo perdido.
1. Sua oportunidade agora é menor. O seu tempo por mais longo que seja é muito pequeno... e se o todo da sua vida é tão pequeno, quão pequeno é o que lhe resta.
2. Você tem o mesmo tipo de trabalho que tinha para fazer primeiro, e isso sob maiores dificuldades... não apenas o seu tempo para trabalhar se tornou menor, o seu trabalho se tornou maior.
3. Você perdeu o melhor do seu tempo. Não apenas se foi o melhor, e ainda assim todo o seu trabalho permanece; e não apenas isso, mas com mais dificuldades do que nunca. Que loucura é uma pessoa se entregar ao desencorajamento, assim como negligenciar o seu trabalho porque o seu tempo é muito curto? Deus o chama para se levantar, e se aplicar ao seu trabalho
Terceiro. Considere como muitos valorizam o tempo quando estão perto do fim da vida.
Quarto. Considere... aqueles que desperdiçaram todas as oportunidades para obterem a vida eterna, e foram para o inferno, que pensamentos você pensa que eles tem sobre a preciosidade do tempo?
Eu concluirei fazendo três advertências em particular.
1. Aproveite o seu tempo sem de nenhuma maneira atrasar.
2. Seja especialmente cuidadoso para aproveitar aquelas partes do tempo que são mais preciosas... o tempo santo é mais precioso do que o tempo comum. Esse tempo é mais precioso para o nosso eterno bem-estar. Portanto, acima de tudo, aproveite os seus domingos; e especialmente aproveite o tempo de adoração pública, que é a parte mais preciosa do tempo santo... o tempo de operações do Espírito de Deus é mais precioso do que qualquer outro tempo... esse é o tempo quando Deus está próximo... é o dia da salvação.
3. Aproveite seu tempo de lazer dos negócios mundanos... você pode proveitosamente gastar o seu tempo em conversação com pessoas santas sobre coisas das mais alta importância, em oração e meditação, e lendo livros proveitosos. Você precisa melhorar cada talento... e oportunidade ao máximo, enquanto o tempo ainda perdura.
FONTE: www.jonathanedwards.com.br
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Ariovaldo Ramos prega sobre ser iluminado ou ser luminoso!
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Como é a anatomia de um sapo?
Sapo tem pescoço? Como é o corpo de um sapinho? É composto basicamente de cabeça e perninhas. Quase não tem corpo, porque ele emenda na cabeça. Mas se ele tem uma cabeça tão grande, porque não pensa? Sapinhos cabeçudos deveriam ser inteligentes né? Mas se não pensam, porque uma cabeça tão grande? Esses sapinhos da LAGOINHA...
Conclusão: Sapinhos parecem ser inteligentes, mas não são.
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Lançamento! Agonia de Cristo - Jonathan Edwards
A Editora Interferência chegou com força total! Olha o livro que abre a Editora. Aguarde!
Breve em Pré-Venda
Série Puritanos
Agonia de Cristo de Jonathan Edwards
64 páginas, 14cm X 21cm
Marcadores: apologética, editora interferencia, jonathan edwards
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Indiano porco não toma banho há 37 anos como sacrifício para ter filho homem.
Fonte: UOL
Desde 1974, Kailash Singh, 65 anos, não sabe o que é tomar banho. Diferentemente do Cascão, o indiano não tem o menor problema com água. Na verdade, ele se mantém sujo como parte de um sacrifício.
Há 37 anos, quando se casou, um religioso indiano disse para Singh que, se ele quisesse ter um filho, teria de abrir mão de banhos e de cortar o cabelo. Obedecendo a ordem divina, Singh nunca mais enfrentou o chuveiro. No entanto, o sacrifício não adiantou muito. O indiano engravidou a mulher por sete vezes. Em todas, nasceram meninas.
A mulher de Singh, Kalavati Devi, de 60 anos, tenta convencer o marido a desistir do sacrifício e, enfim, tomar um bom banho, com direito a chuveiro quente, sabonete novo e xampu cheirosinho. Mas o indiano é turrão e, enquanto não tiver um filho macho, vai continuar imundo.
“Já tentamos convencê-lo várias vezes a tomar banho, mas ele sempre foge. Ele diz que preferem morrer a se banhar. Também, depois de tantos anos, já deve estar acostumado”, se conforma Kalavati. Para se limpar, Singh faz um ritual diário regado a maconha, orações a Shiva e danças religiosas.
O Cascão da Índia já virou motivo de piada entre as crianças da cidade. No entanto, Singh não se importa. “Eles não entendem a minha decisão. Mas não vou abrir mão de ser assim. Foi uma ordem de Deus, não algo da minha cabeça”, afirmou.
*Com informações do Daily Mail
Comentário do @Prbatatinha
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terça-feira, 14 de junho de 2011
Dramas femininos (Parte 5) - Finalmente começando a dieta!
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PASTORES HEREGES.
Por Jonas Madureira
Não se fazem mais hereges como antigamente. Pode parecer um absurdo o que vou dizer agora, mas é a mais pura e cândida verdade: os hereges de hoje não têm mais a mesma hombridade que tinham os velhos arqui-inimigos da ortodoxia cristã. O mais engraçado é que não estou dizendo nenhuma novidade. No início do século XX, G. K. Chesterton já ironizava a picaretagem dessa figura surtada e carismática do neo-herege. Se não me falhe a memória, esse admirável inglês fanfarrão certa vez disse algo mais ou menos assim:
No passado, o herege se orgulhava de não ser herege. Ou seja, ele odiava ser taxado de herege. Na verdade, gabava-se de ser um ortodoxo legítimo, pois tinha a convicção de estar certo em sua compreensão doutrinária. Nenhuma tortura, por mais cruenta que fosse, poderia fazê-lo admitir que era um herege. Mas infelizmente um novo mundo surgiu, e com ele veio o neo-herege: uma personagem excêntrica, que vive dizendo, com distribuição aleatória de sorrisos, “Sou o herege da vez!”, e, é claro, sempre correndo os olhos à procura dos aplausos e bajulações. Assim, nessa atual conjuntura, a palavra “heresia” não somente significa estar provavelmente certo como praticamente agrega os qualificativos de lucidez e coragem a essa figura um tanto curiosa do neo-herege. Por incrível que pareça, nesse novo contexto, a palavra “ortodoxia” não só deixa de significar “estar certo”, mas denota justamente o contrário: os ortodoxos estão sempre errados.
Pois é, pessoal, não se fazem mais hereges como Berengário de Tours, Pedro de Bruis, Pedro Abelardo, Arnaldo de Brescia, Pedro Valdo e outros tantos “digníssimos” hereges do medievo escolástico. Talvez seja esse o motivo que explica a saudade que sinto dos hereges do século XI e XII, quando leio os hereges de hoje, sabe?! Tá certo que é uma saudade um tanto mórbida, concedo, mas você há de convir comigo que é de certa forma uma saudade justificável, principalmente, quando vemos os neo-hereges defendendo o ateísmo de forma “capital” e, ao mesmo tempo, se autoafirmando como pastores.
Pastores hereges. Que contradição dos termos, meu Deus! O pior é que, como não bastasse o ateísmo pastoral, ainda temos de ouvir que “a decadência do protestantismo na Europa, na verdade, é a realização do próprio protestantismo, i.e., a consumação do ideal protestante é o esvaziamento de suas próprias igrejas”. É o fim da picada! Ou seja, o objetivo do protestantismo é tornar os cristãos cidadãos cada vez mais cidadãos, menos preocupados com a ortodoxia cristã e cada vez mais preocupados com a questão dos direitos humanos, da dignidade humana e do meio ambiente (como se essas coisas fossem antitéticas!). E o pior, meus caros, é que o marco final dessa pseudoevolução protestante atinge o clímax com a pretensa alforria dos cristãos, i.e., a “desigrejação” dos que são oprimidos pelo Deus títere e infantilizador da ortodoxia protestante.
Quanta péssima heresia, Senhor! Perdoe-os, ó Pai santo, porque já não sabem mais fazer heresias como antigamente!
No passado, o herege se orgulhava de não ser herege. Ou seja, ele odiava ser taxado de herege. Na verdade, gabava-se de ser um ortodoxo legítimo, pois tinha a convicção de estar certo em sua compreensão doutrinária. Nenhuma tortura, por mais cruenta que fosse, poderia fazê-lo admitir que era um herege. Mas infelizmente um novo mundo surgiu, e com ele veio o neo-herege: uma personagem excêntrica, que vive dizendo, com distribuição aleatória de sorrisos, “Sou o herege da vez!”, e, é claro, sempre correndo os olhos à procura dos aplausos e bajulações. Assim, nessa atual conjuntura, a palavra “heresia” não somente significa estar provavelmente certo como praticamente agrega os qualificativos de lucidez e coragem a essa figura um tanto curiosa do neo-herege. Por incrível que pareça, nesse novo contexto, a palavra “ortodoxia” não só deixa de significar “estar certo”, mas denota justamente o contrário: os ortodoxos estão sempre errados.
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Marcadores: apologética, Escrituras Sagradas, G.K Chesterton, herege
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Marcadores: Fotos na hora errada, Humor
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O Cavalheiro dos Cavalheiros
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"E você achando que seu pastor era aquele santarrão perfeito 24 horas por dia."
Fonte: Território 7
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